Diana Motta

Diana Motta - Sem Título

Sem Título

óleo sobre linho
40 x 32 cm
assinatura no verso
Diana Motta - Sem Título

Sem Título

óleo sobre linho
40 x 32 cm
assinatura no verso
Diana Motta - Sem Título

Sem Título

óleo e bastão oleoso sobre linho
2026
180 x 180 cm
assinatura no verso
Diana Motta - Tha Fragance Of a Full Life

Tha Fragance Of a Full Life

óleo sobre tela
2026
180 x 180 cm
assinatura no verso
Diana Motta - Sem Título

Sem Título

óleo sobre linho
2026
100 x 70 cm
assinatura no verso
Diana Motta - Sem Título

Sem Título

óleo sobre linho
2026
40 x 32 cm
assinatura no verso

Diana Motta (São Paulo, Brasil - 1985)

Diana Motta é artista visual e recém-formada no mestrado em Pintura e Desenho pela School of the Art Institute of Chicago. Sua trajetória artística inclui exposições individuais na Zipper Galeria e no Museu Brasileiro da Escultura e da Ecologia (MuBE), em São Paulo; na Galeria Antônio Sibasolly, em Anápolis; na 121 Art Space, em Taiwan; e na Ivory Gate Gallery, em Xangai.

Em 2025, Diana Motta apresentou um stand solo na Untitled Art Fair, durante a Miami Art Week. A artista participou também de exposições coletivas em instituições e galerias no Brasil e nos Estados Unidos, incluindo a Sulk Gallery, a Stasia’s Gallery e a 308 Gallery, em Chicago, e o Farol Santander, a Galeria de Arte André e a Galeria Mamute, em São Paulo.

A prática artística de Diana Motta investiga as relações entre corpo, matéria e espírito a partir de uma pesquisa sobre cosmologia, astrologia e Cabala. Sua obra parte da ideia de uma ordem invisível que conecta diferentes dimensões da existência, aproximando o material do espiritual, o corpo do cosmos e o visível daquilo que permanece oculto. Inicialmente dedicada à pintura figurativa, a pesquisa de Diana Motta deslocou-se gradualmente para a abstração, onde o movimento se torna o próprio centro do trabalho.

As curvas sinuosas do traço e o gesto que se repete e se transforma sobre a tela revelam uma pintura em constante estado de criação. Suas obras não representam o movimento: são feitas dele, em um fluxo contínuo entre o visível e aquilo que permanece em transformação.